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Futebol cearense: Nosso jornalismo esportivo e parte do rádio esportivo também são responsáveis por sermos um futebol de Segunda e Terceira Divisão

Colunistas: 
Marcos Antônio

Nosso jornalismo esportivo e parte do rádio esportivo também são responsáveis por sermos um futebol de Segunda e Terceira Divisão
 
O jornalismo esportivo de Fortaleza e parte do rádio esportivo são omissos no sentido de adotar uma postura mais crítica e exigente para cobrar dos cartolas responsáveis pelo gerenciamento de nossa futebol ações que tivessem como propósito elevar o nível técnico e administrativo de nossos times, pelo menos dos dois principais, Ceará e Fortaleza. O Ceará está na Segunda Divisão desde 2012 ( há cinco anos) tendo se tornado um time de segunda divisão ,com 28 participações na Série B.
 
O Fortaleza se definiu como um time de Terceira Divisão por ter mais participações na Série C que na Série B. O Tricolor irá disputar a Série C pelo oitavo ano consecutivo . Em estatísticas de participação de público de Copa do Nordeste e Campeonatos brasileiros , as torcidas de Ceará e Fortaleza sempre aparecem na lista das que mais frequentam os estádios . Temos praças esportivas de primeiro mundo. Um povo apaixonado por futebol, ou seja, todas as condições necessárias para manter com tranquilidade dois times na Série A ,
 
Grande parte da imprensa esportiva ( rádio esportivo e jornalismo esportivo) são de forma indireta coniventes e responsáveis pelo fracasso de nosso futebol, justamente por não exercerem a crítica construtiva e a cobrança necessária .
Muitos desses "profissionais" do rádio e jornalismo esportivo são "amigos" de cartolas e ao invés de assumirem posturas críticas ,adotam discursos de defesa para justificar fracassos dos "cartolas amigos" no gerenciamento dos clubes e no baixo desempenho das equipes em torneios nacionais.
 
Alguns radialistas esportivos , uns que torcem pelo Ceará e outros pelo Fortaleza, se julgam donos da verdade e atacam verbalmente qualquer torcedor ou desportista que discordem de seus pontos de vista. É comum se ouvir desses radialistas frases tipo:
 
-"Esse é torcedor Zé doidim" , -"isso é coisa de torcedor" dentre outras frases pejorativas. Ora,amigos, se temos esse tipo de profissional que trata o torcedor dessa forma, que tipo de futebol poderíamos ter? Justamente esse que temos atualmente.
do contexto esportivo , o torcedor é o componente mais importante. É ele que "banca" tudo, inclusive o emprego dos radialistas e dos jornalistas esportivos. É ele que mantém o clube, o cartola, os jogadores.
 
Sendo o torcedor o componente mais importante , então o rádio esportivo e jornalismo esportivo deveriam adotar uma postura de defesa dos torcedores e não dos cartolas.
 
´É triste se ler as matérias esportivas dos dois principais jornais e se defrontar com a conivência , o conformismo. É triste você ver que as matérias são produzidas com o sentido mais de agradar, de elogiar pessoas ou situações ligadas ao futebol cearense, quando na verdade , deveria ser o contrário.
 
Com um tipo de jornalismo e rádio esportivo que se comportam de forma menor, sem crítica construtiva, sem cobrança, sem comprometimento com a grandeza de nosso futebol, nunca deixaremos de ser um futebol de Segunda e Terceira Divisão.
 
 
Redação do Site Eternamente Futebol - Marcos Antonio Vasconcelos  Rodrigues


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