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O técnico da seleção é também diretamente responsável pelo fracasso da equipe que comanda

Colunistas: 
Marcos Antônio

O técnico da seleção é também diretamente responsável pelo fracasso da equipe que comanda
 
 
 
 
Ora, qualquer técnico que aceita dirigir a seleção, sabe dos problemas que afetam a entidade e as influências externas que sofrerá.
Uma vez que ele aceita dirigir a seleção sem nada contestar, então ele passa a ser também responsável direto pelos fracassos da seleção que dirige

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Ao aceitar dirigir a seleção, o técnico deveria exigir liberdade para trabalhar. Exigir independência para convocar os jogadores que julgasse aptos a vestirem a camisa da seleção, sem que sofresse pressão de empresários ou de cartolas da CBF. Nesse sentido, imagino que somente um técnico estrangeiro teria moral suficiente para trabalhar refutando interferências que pudessem prejudicar a qualidade de ações que se propusesse a realizar 

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A história de que nossa safra atual de jogadores é muito ruim, não é verdade. Veja que a maioria dos jogadores da seleção convocados nos últimos anos jogam em grandes times da Europa.

Talvez o planejamento é que esteja errado. Por que priorizar a convocação de jogadores já cansados e desgastados que jogam na Europa? Essa ação não deveria ser repensada?
O discurso de Dunga de que precisamos de pelo menos uma década para montar uma boa seleção também é falsa. Ninguém está querendo que se monte uma seleção como a de 1958 ou a de 1970,

O que ser quer é apenas uma seleção que volte a se equiparar , por exemplo, à seleção Argentina ou volte a ter futebol suficiente para ser, como sempre foi, superior à Venezuela , Colômbia , Equador , Chile, Bolívia...

Até os anos 1980, quando o Brasil ia jogar contra a Venezuela, Peru, Paraguai, Colômbia, dentre outras seleções da América do Sul, já se sabia antecipadamente que a vitória já era certa.
Então, o que ficava na dúvida era sobre o placar . Se o Brasil ganharia de 4 x 0 , 5 x 0 ou mais.

Com o material humano de que dispomos atualmente, temos, sim, condição de formar uma boa seleção que seja capaz de voltar a se equiparar à Argentina e reconquistar a hegemonia do futebol sulamericano ao lado dos "hermanos", bem como reconquistar a confiança e o respeito do torcedor brasileiro e do futebol mundial.
Para isto, os cartolas da CBF precisam deixar de lado a xenofobia e tragam, se for preciso, um técnico estrangeiro ou então, se chamarem um técnico brasileiro, que deem a ele liberdade plena para trabalhar e tomar as decisões que julgar necessárias.
 
 
CBF demite toda a Comissão Técnica da Seleção brasileira 
 
 
Neste terça-feria, 16/06/2016, o presidente da CBF ,Marco Polo Del Nero, demitiu o técnico Dunga e todos os demais membros da Comissão Técnica. Tite seria o nome mais cotado para dirigir a seleção. 
 
Atualmente , no Brasil, Tite seria o técnico mais bem preparado para assumir a seleção, mas o técnico ideal seria um treinador vindo de fora, de preferência Pep Guardiola ,José Mourinho ou outro nome de destaque do futebol europeu.
Tite teria condição de melhorar a seleção, mas ainda não é o nome capaz de promover o renascimento de que nosso futebol necessita.
Nossos técnicos nunca foram capazes de criar algo de inovador, os times os quais treinam apresentam sempre o mesmo estilo e esquema de jogo. Tite não fez nada de novo no Corinthians, mas já que a CBF tem síndrome de xenofobia, então em termos internos, o nome certo é mesmo o de TITE.
 
 
 
Atualizado em 15 de junho de 2016, às 11h19min
 
 
 
 

Marcos Antonio Vasconcelos  Rodrigues - Redator do Site Eternamente Futebol